Novos Conceitos de Identidade Visual para F5 Sites e todos meus projetos

E aí olha que legal tô trabalhando aqui no novo conceito de identidade visual de algumas páginas minhas. Eu quero conectar todas elas quando o usuários entrar na minha página de comédia e quando ele entrar no meu canal de turismo e ele entrar no meu site F5site.com, ele precisa ver que tá tudo conectado.

Então eu tô trabalhando aqui design hacks, ou seja, tem alguns hacks de design aqui: como uma fonte, a type face, adiciona significado do Design. Aqui a gente tá estudando how to pick the correct color: como escolher a melhor cor a melhor fonte alguns princípios porque vem aí a nova identidade visual de todos os meus projetos

Lógico que não vamos começar acertando, mas eu vou criar todo um padrão aqui. O Canva ele permite e você ter Marcas, cada design é uma peça única e tudo isso aqui vai mudar tudo vai mudar com o uso de kit de marca, que permite você ter um logo e algumas cores e as fontes que você quer.

Com isso eu vou padronizar todos os meus projetos em questão de cores, quando você entra num site da Google você sabe que é da Google por mais que ele seja diferente, por exemplo o Gmail é uma coisa o drive é outra, o google.com é outra, o YouTube é outra, mas tem alguns elementos ali que conectam todos eles e a isso que eu tô trabalhando agora.

Anotações de 2017: breve histórico de como tudo começou

HORTICA LINHA DO TEMPO ()
A grande inovação: garrafas penduradas por parafusos com gancho
Sempre gosto de ir a minha loja local de ferramentas, existem muitas lojas grande na cidade, mas dou preferência a pequena loja G & B parafusos, apesar do preço muito pouco acima das grandes, o atendimento é prioritário e o espaço reservado, acolhedor e muito próximo a minha casa.
Apesar do meu amigo proprietário sempre fazer muitas perguntas sobre os projetos, que infelizmente em alguns casos não podia contar detalhadamente, já que se tratava de testes inéditos, sempre conversava com ele para ter novas ideias e sugestões em várias outras situações.
Ultima foto cizal: 02/04
Na primeira ida comprei 2
gnucash
11/12/2015 tata $72 (cola)
18/01/2016 g & b (ganchos?)
21/01 luc titnas (sprays cores)
21/01 telas sul (tela preta)
26/01 tata (muitos ganchos) (primeiros ganchos), pazinha
29/01 tata, com marina, lona, fio, correntes, mangueira
07/04 parafusos
29/04 saquinho ganchos

Plantas não se desenvolveram: solo muito compacto
Após grande observação do meu amigo consultor e engenheiro florestal Felipe F Frigieri, foi detectado que o solo estava muito compactado e pobre em nutrientes, nas primeiras semanas do projeto não houve progresso no cultivo, apesar do sistema ser aparentemente inovador, não teria valor nenhum sem plantas sendo cultivadas e com bom taxa de produtividade.
Eu havia comprado somente 3 sacos de terra preta, em alguns locais chamados de turfa, posteriormente foi-se misturado a esse solo terra vermelha e matéria orgânica, assim deixando-o mais fofo e nutritivo.

Desmonte das prateleiras

Sep 25, 2017 at 21:39

Site e loja virtual Hortical saindo do forno

Com grande satisfação (e alívio) estamos conseguindo dar continuidade ao projeto de criação do site e loja virtual Hortical, pois este é um projeto de baixo custo e sem orçamento, foi preciso muitas “manobras” para poder encaixar o desenvolvimento deste projeto em meio a tantas oportunidades de projeto mais rentáveis, porém a F5 Sites acredita nas iniciativas de reciclagem e apoia as causas de produção de alimento em meio urbano.

Temos orgulho deste projeto e apoiando a iniciativa temos expectativas de retorno a longo prazo, além de a curto prazo já causar impactos positivos no meio ambiente e conservação de nossos rios e lagos, destino final de 50% das garrafas PET, de acordo com estudo.

Suporte em pé: nova geração de produtos

Nem todos querem furar as paredes de suas casas, mas ainda assim gostariam de ter uma horta vertical de baixo custos, pensando nisso foi-se criado protótipos de peças suporte em pé, novamente com ferro comprado no ferro velho, pintado de branco, e amarrado inicialmente com arames.

A primeira versão ficou bastante bonita, mas a segunda versão utilizada 50% dos materiais e foi consolidade como padrão. Uma dificuldade encontrada é a falta de padrão entre as peças do ferro velho, porém nada muito significante se escolhida com calma antes da compra. Os suportes podem comportar 12 vasos, mas por segurança recomendamos somente 8.

Furador com suporte: Padronização da distância entre furos

A produção manual dos vasos indicou que havia uma necessidade de novos padrões, e o mais importante era a distância entre furos, pois isso facilitaria e melhoria a manutenção e estética do projeto. Para tanto foi-se feito uma ferramenta improvisada, com madeira descartada de obra e alguns pregos e parafuros, foi-se feita um suporte onde bastava pressionar a garrafa contra a parede para fazer 2 furos para os ganchos, depois rotaciona-a em 180 graus para fazer mais 2 furos, deixando-as penduradas e após 4 garrafas penduradas, era então utilizado a furadeira para fazer os buracos para as plantas, acelerando e padronizando o processo.

Novo espaço dedicado para a produção padronizada de vasos

A nova meta de produção era ambiciosa, 200 novos vasos, para evitar atrapalhar a rotina da casa, foi-se transferido toda a produção dos vasos para a garagem, resultando na limpeza e facilidade do trabalho. os primeiros testes para a produção mais massiva de vasos foram feitos, estabelecendo uma rotina de trabalho mais padronizada e veloz.

Pilhas com barrafas de ferro, um novo padrão

Ao passear com meu cachorro pelo bairro, deparei-me 4 barras de ferro, sobras de uma construção em obras vizinha. Pensei que seria muito interessante num novo teste, em vez de furar a parede 2 vezes para cada pilha, podia fazer menos furos e passar uma barra de ferro, que além disto iriam permitir o deslocamento horizontal dos vasos, trouxe as para casa e após os testes as barras de ferro se tornaram um novo padrão dominante do projeto, exigindo um novo esforço para fazer a instalação em todas as paredes.

Novas barras foram adquirida no ferro velho e pintadas de branco, mostrando uma solução não só econômica, mas que trouxe um novo padrão estético para o projeto, organizando as pilhas e harmonizando-as.

Composteira: solução econômica e ecológica

Um dos orgulhos deste projeto é a causa ecológica, a compostagem de resíduos domésticos indicam uma oportunidade de reaproveitamento energético incrivelmente sub-utilizadas. Para nossos vasos foi-se utilizados diversos quilos de material compostado por minhoca em nossa propriedade, economizando as despesas com terra  nutrindo as novas plantas.

Experimento social: as pessoas roubam frutos e hortaliças se deixados em frente a casa?

A resposta de nosso experimento é não.

Este experimentou motivou a criação a posterior transferência de muitas pilhas para a grade da frente casa, além de indicar possibilidade até mesmo de se fazer o cultivo das plantas virados para a rua, no muro e grade de outras pessoas.

O teste indicou resultados positivos inesperados, os vizinhos não só não roubaram os tomates, como também se tornaram vigilantes e até mesmo realizando regas por conta própria dos cultivos, estabelecendo um vículo de aceitação e integração muito mais forte do que o esperado. De uma chance e o ser humano vai se mostrar incrível, se permita surpreender-se.

Doação de ganchos pela metalúrgica São Raphael, um marco

Pode-se dizer que empresas boas e bem intenciodas, além de gestores conscientes com a causa ecológica e sensíveis com questões de reciclagem e criação de novos produtos verdes, tem o poder em suas mãos para garantir o sucesso de projetos embrionários.

Após algumas trocas de emails e apresentações, a metalúrgica São Raphael, dentro de condições estabelecidas, topou fazer a doação de produtos para a confecção de muitos novos vasos, uma parceira de grande importância e marco na história do projeto, o suporte da empresa naquele estágio tão inicial foi vital para a continuidade e rápido crescimento do projeto. A minha gratidão só não é maior do que as possibilidades de crescimento de mercado que vamos explorar juntos, cada vasos utiliza 4 ganchos, a empresa agora está mais presente do que nunca no projeto, literamente “suportando” a produção dos morangos, por isso cada bandeirinha etiqueta, de cada vaso, leva o logotipo da empresa estampado a frente e atrás.

Cultivo secreto 1: fracasso em germinar em 2017

Inovar pode exigir segredo, neste ano de 2016 foi-se tentado uma cultura alternativa de grande valor, porém não foi obtido sucesso na germinação das sementes. Nos próximos meses novas tentativas fracassadas seriam feitas, até o momento este cultivo permanece em segredo, esperando seu sucesso na germinação e frutificação para ser revelado.

Susto: Primeira queda de garrafas por excesso de peso

Este dia foi marcante, uma grande decepção, que poderia abalar o futuro do projeto, estes vasos no chão representam um momento de profunda tristeza e agonia em relação ao futuro do projeto, os ganchos foram examinados e identificado o motivo da queda: sobrecarga do sistema.

O objetivo era empilhar no mínimo 6 vasos, mas com a queda de uma pilha com 4 o alarme foi ligado, seria só uma questão de tempo para as outras pilhas terem o mesmo destino? Como evitar novas quedas de uma forma rápida e econômica, atendendo o objetivo de empilhar pelo menos 6 vasos?

Esta resposta viria após muitos momentos de reflexões e testes, não havia porca para ganchos, pois são produtos feitos para madeira, nada parecia ser economicamente viável, este é um de nossos segredos que são ensinados somente no curso.

Levantamento técnico para escalonamento da produção

No fim de 2016 percebi que existiam “gargalos” na produção, alguns custos básicos que influenciariam e muito a velocidade de crescimento do projeto, basicamente foi indentificado que o maior custo era a compra de parafusos com gancho, representando quase 100% do valor dos protótipos até o momento, as garrafas até o momento eram proveniente de descartes e havia um pequeno desembolso até o momento com a compra da terra e tintas, porém relativamente pequenos.

O vaso precisa de rega diária, porém este custo é computado em outro cálculo, até o momento estava sendo considerado o custo de produção dos vasos, portanto os cálculo mostravam que o custo dos parafusos representariam um risco muito grande para o sucesso futuro do projeto.

Foram necessário semanas pensando no problema para imaginar uma saída, muita incertezas rondavam o projeto, sem esses parafusos a produção estava parada há semanas e nada podia ser feito. Dispondo de zero de caixa foi-se necessário levantar possibilidades de obter esses parafusos de uma forma sem custos, se tivesse caixa apenas iria na loja e compraria, mas com 0 de recursos e nenhuma pessoa próxima interessada em ajudar foi necessário quebrar a cabeça e ficar muito tempo parado, o que eu fiz? confira no próximo post, a solução dos parafusos, um santo arcanjo na minha vida.

Multiplicação na vertical: inovação do sistema, garantia de desenvolvimento saudável

Com a facilidade que o sistema habilita, como trocar facilmente os vasos de posição, percebi que era fácil aproveitar o novos espoliões dos morangos sem bagunçar as coisas, diferente de multiplicação no solo, onde a planta se espalha de forma disforme e, pior, nos cultivos tradicionais são retirados os espoliões pois são vistos como um problema da produção, já que ocupam espaços fixos e precisam ficar dentro de limites pequenos, para que se possa fazer a colheita. Então este novo sistema encara esta “habilidade” do morango como vantagem, aproveitando ao máximo o valor da planta.

Primeiros espoliões: após a produção de frutos a planta se multiplica

Essa multiplicação resultou numa adição de valor incrível para o projeto, cada muda foi comprada por R$2,00 reais e sem dispor de recursos para novas compras, precisou-se de tempo e paciência para esperar as plantas se multiplicarem, o que surpreendeu foi a velocidade com quem se multiplica dentro de condições boas, atingindo número incríveis, como a partir de somente 2 plantas obter cerca de 500 novas mudas em somente 9 meses.

Segundo morangueiro com frutos maduros

As duas plantas deram frutos, mostrando um excelente resultado, apesar do número de plantas ser limitado, a incerteza em relação a produtividade foi diminuida, assim consolidade o morango como cultivo principal. Esta planta teve seu local alterado neste momento sensível, estava anteriormente numa parede e foi-se colocada no chão para multiplicar-se nos vasos, de forma a revelar ansiedade do produtor.

Prateleira de morangos: técnica de cultivo alternativa

Sem contar com caixa para comprar mais insumo, ganchos com parafuso, foi-se improvisado uma forma de cultiva e multiplicação dos morangos de forma a não utilizar ganchos, apesar de muito lucrativa, tem uma limitação física que é não utilizar o espaço vertical, onde tem-se maior número de vasos por metro, com melhor incidência de luz solar e facilidade de rega.

Novo produto: Vaso Hortical em Pé

Numa tentativa de economiza parafusos e preencher espaços vazios entre as garrafas foi-se criado uma nova versão de produtos, em pé, com um único gancho. Esta versão ficou estéticamente diferente, com qualidade visual inferior e foi muito pouco utilizada, sendo mais adequadas para outros tipos de garrafas que não PET, como recipientes de produto de limpeza.

Colheita: Primeiros morangos, verdes e maduros

Temos aqui nessa data uma importante conquista e diminuição da incerteza, as garrafas produzem morango, comprovadamente. Além disto, seria até mesmo escolhido como cultivo principal os morangos para o ano de 2017, devido ao sucesso do cultivo, com os primeiros resultados indicando possibilidades promissoras.

A primeira versão do projeto com corda de cizal: Fracasso

Os primeiros protótipos do projeto foram criados em janeiro de 2016 por Francisco Matelli Matulovic, a idéia inicial era aproveitar garrafas PETS acumuladas e um muro no pequeno quintal com boa incidência da luz solar.
A primeira versão fracassou, o material utilizados para suportar as garrafas foi cisal, que rompeu com o tempo e peso das garrafas. Das 6 prateleiras de cisal nenhuma aguentou.
Outro problema detectado no início foi o solo compactado utilizado, sendo que ao longo dos meses este foi sendo substituído e fertilizado.

Horta Ecológica: O Início, ainda em 2010

O texto abaixo foi retirado do meu antigo blog, ele ficou um pouco perdido por alguns anos, migrei de hospedagem, de domínio, de configurações, até reencontrá-lo e para minha supresa perceber quanto me dediquei ao tema nos últimos ano, reencontrar esse texto foi lembrar de quando tudo era uma pequena semente germinando pela primeira vez. Segue o texto original:

Aqui estou eu encarando meu blog de novo, mas agora com um tema novo, minha horta caseira. É um tema bem simples, não vou ter tanto trabalho pra escrever e vou poder compartilhar uma experiência bastante rica, produzir alimentos.

São inúmeros motivos pra se ter uma horta caseira, para mim o principal motivo é diminuir a dependência, evita-se comprar alimentos sem saber a origem além de economia financeira que a colheita gera.

Vou registrar todos meus gastos e divulgar aqui no blog, assim é possível saber precisamente os valores envolvidos, como gastos e economia de despesas. Eu não pretendo vender minha produção, por isso a horta vai me ajudar apenas a economizar dinheiro.

Hoje tive gastos de R$4,00 somente, comprei 4 pacotinhos de semente (tomate, cebola, alface e pepino). Como aqui em casa reciclamos o lixo, peguei da recicladora 2 caixas de leite e 1 lata para dar início no plantio, a terra peguei de outro vaso, portanto foi possível gastar pouco dinheiro pra começar.

 

Na foto é possível ver as terras com a semente, o balde de agua, a rastelinho de mão bem velhinho que já tinha em casa e o fertilizante NPK, que eu já havia comprado de outra feita, porém é dispensável. Se você não quer gastar com fertilizante procure maneiras de fertilizar a terra com restos de alimentos.